Clique na imagem para ver o álbum completo. É possível que seja a última vez que tiro uma sequência de fotos desse Bel Air. Eu o levei hoje para a fábrica para prepará-lo para a venda. Por vários motivos de força muito maior, infelizmente estou me desfazendo dele por R$ 30.000,00. Se souberem de alguém querendo comprar um carro e tanto, me avisem.
Chevrolet Bel Air 1953 duas portas Hot Rod sem coluna
-Mecânica toda de Opala 4.100
-Motor GM 250S em perfeito estado
-Direção Hidráulica
-Câmbio 4 marchas
-Diferencial alongado
-Bancos em couro
-Rodas alargadas aro 15 com calotas e sobre aros em Inox
-Pneus largos de Corvette
-Som Mp3 completo
-IPVA 2010 pago
Outra vez eu tenho uma história bem bacana para contar. Lembra de quando contei que meu dono nadou nadou e morreu na praia com o lance da viagem? Pois é... Graças à sua vontade e ao apoio dos meninos, a sorte dele mudou. Com o verdinho na mão, pegou a Kombinha e foram ao XV Encontro Paulista de Automóveis, em Águas de Lindóia.
Olha eles aí tirando onda... e a água do joelho...
Comparando preço de combustíveis estrada afora...
...e, quando acharam que tudo eram flores...
Descobriram que tinham um baita pepino nas mãos, um abacaxi para descascar e uma batata quente: o motor fundiu em Bragança Paulista, a cerca de 75 Km do destino.
Bom... a Kombinha ficou na estrada, mas o pessoal seguiu viagem para conferir o que tinha no evento. E tinha de tudo! Desde Hots e Rat Rods incríveis... ... fuscas de todos os tipos, anos e cores...(o fusquinha abaixo vai ficar com uma lembrança nada agradável do evento.) ...ônibus impecáveis. Verdadeiros sonhos de consumo do meu dono... ...caminhões sinistros... ... dragão... Ééé!! Dragão! Desse, acho que até São Jorge ia gostar! ...tinha até Elvis Presley e comitiva! Taí a prova: o cara não morreu e usa Botox! Rapaz, o evento tinha até o Reinaldo posando no carro do filme "Os Normais". O primeiro, claro. Naquela época ele ainda cabia dentro do carro. Essa viagem, apesar de todos os seus percalços, lavou a alma do meu dono e dos meninos. Na volta, cinco dias depois, eles pegaram a Kombinha, que tinha ficado na oficina de Bragança para trocar o motor, e foram para casa.