4.2.10

Quase...


Enquanto meu dono estava fora em uma viagem importantíssima de negócios em Campos dos Goytacazes, o serviço da Dogera andou bem!

O Leo terminou o polimento...

... o Felipe está com a montagem bem adiantada...


... e o Dojão doido pra sair acelerando pelo mundo!!!

1.2.10

Binhonhugo patrocinando o carpete!!!

Apesar da triste sina do Le Baron, que cruzou as serras fluminenses só para selar seu destino de pobre reserva, tivemos uma ótima notícia hoje:
finalmente o carpete para o revestimento foi comprado!

Num rasgo de coragem (sem trocadilhos), Binho desceu ao Rio de Janeiro enfrentando todo tipo de perigo e comprou o carpete para o pai dele.
Olha aí o resultado!!!



Essa semana ainda a Dogera vai!!! Pra onde, ainda não sabemos, mas vai!!!

Le Baron doando peças para um Dart

Apesar dos milhares de votos contra... dos apelos desesperados para que isso não acontecesse... dos muitos e muitos que tentaram impedir... meu dono decidiu:

O Le Baron servirá de doador para o Dart!!!!!!!!!!!!!!

Olha só os dois, lado a lado prontos para o sacrifício... digo, para a operação.

Mas... para não dizer que meu dono é um insensível completo, ele vai só doar algumas pecinhas para a Dogera, mas não vai desmanchar o 79.

Ufa!

31.1.10

Dodge Le Baron 1979


E aí???
Mais um pra turma ou só um doador para a Dogera???
Para ajudar na decisão, um pouquinho sobre o Dodge Le Baron, em uma reportagem publicada pela revista Quatro Rodas de maio de 2005:
A dúvida de senhores bem postos na sociedade ao comprar um carro de luxo, no fim dos anos 70, resumia-se a poucas opções: Ford Landau, Alfa Romeo 2300 e Dodge Le Baron. O trio retratava a fina flor da frota nacional, quando o assunto eram sedãs top, carrões para quem os quase 100.000 reais em valores de hoje não pesavam no bolso.

Eram tempos de importações proibidas e postos de gasolina fechados depois das 20h. O Le Baron chegou com tanque com capacidade para 107 litros, uma autonomia de 630 quilômetros nas navegações noturnas naquelas épocas de obscurantismo econômico. Impulsionado por um V8 de 201 cavalos, o sedã fabricado pela Chrysler proporcionava conforto aos passageiros com bancos que pareciam espalhafatosos sofás de sala de estar. Ar-condicionado era um opcional quase obrigatório do modelo, que podia vir também com câmbio automático no lugar do manual de três marchas. Para o motorista havia ainda a ajuda da direção hidráulica nas manobras, item de série.

O Le Baron chegou numa fase em que a Chrysler enfrentava a dura realidade dos números. As vendas vinham despencando em alta velocidade. Para se ter uma idéia, o Dart, carro-chefe da linha, mergulhou dos 15000 carros vendidos em 1973 para apenas 535 unidades em 1977.
Era de se esperar que não houvesse o menor entusiasmo - e muito menos disponibilidade - da fábrica em investir pesado nos produtos Dodge. Ainda assim, a linha 1979 trouxe duas novidades, o cupê Magnum e o sedã Le Baron. Com alterações estéticas e mecânicas (com destaque para o câmbio automático com sistema Lock-up, que tinha por objetivo reduzir o consumo de combustível), a safra proporcionou uma significativa recuperação de mercado: naquele ano eles ajudaram a quadruplicar as vendas, encalhadas no ano anterior na marca dos 1000 carros. Dentro do regime de contenção de custos, algumas mudanças foram feitas na raça. Isso explica o uso de fibra de vidro na dianteira para renovar a expressão dos Dodge. O recurso economizou novo ferramental, caso fossem produzidas com aço. O problema é que o pessoal de pintura não estava familiarizado com o tratamento do material. Resultado: a pintura sobre fibra começava a descascar com os carros ainda no pátio da fábrica, o que acabou atrasando a entrega dos novos veículos. Naquele 1979, 67% das ações da Chrysler do Brasil foram vendidas para a matriz da Volkswagen.

Mesmo tendo bons predicados, o Le Baron prescindia de refinamentos como ar-condicionado embutido no painel e vidros elétricos, detalhes já disponíveis em carros de segmento inferior. O acabamento do interior impressionava à primeira vista, mas não chegava a levar um 10 com louvor. Especialmente no último ano de produção, quando a antiga casimira do estofamento foi substituída por um veludo cotelê de qualidade inferior. Nesse quesito, o Chrysler ficava a quilômetros de distância do Ford Landau, mais discreto e com materiais de maior qualidade. O interior tinha opções em preto, caramelo ou azul e o teto de vinil acompanhava a cor interna.

As plaquetas de identificação dos Le Baron tiveram várias procedências: os primeiros saíram como tendo sido fabricados pela Chrysler Corporation; depois, já sob o controle VW, passaram a ter seu "RG" emitido pela Chrysler Motors; em 1981, a maioria dos carros saiu de fábrica com a identificação VW Caminhões. É esse o caso do carro de Rodrigo Moreno, que você vê nas fotos. É o segundo Dodge V8 do gerente comercial de 25 anos. Com câmbio manual de três marchas na coluna, o carro aproveita a força do motor e economiza trocas de marcha. Ao rodar, ouve-se apenas o som agradável do trabalho dos oito cilindros quando instados pela pressão no acelerador. A alimentação do motor de 5,2 litros é feita por dupla carburação.

Apesar da curta existência, o Le Baron deixou sua marca como carro de luxo, mas pagou o preço de ter chegado na fase terminal da Chrysler. Alexandre Badolato, estudioso da história dos Dodge brasileiros, afirma que um ano após o término de sua fabricação era possível comprar um Le Baron pelo preço de um Fusca zero-quilômetro. Ainda assim, nada menos que 11 Le Baron teriam sido faturados em 1984 (!). Foram produzidos por volta de 1000 carros.

Graxinha botando pra quebrar... e consertando depois!

Este é o famoso Marcelo "Graxinha"...

... e essa é a famosa mão engraxadinha dele, com as unhas no estilo "africaninha"...

... e esse é o Dojão de novo adiando uma semana a grande reestréia nas ruas por conta de um baita vazamento na junta do cárter!

Putz...

23.1.10

Cuidados extras pra Dogera

O assoalho do carro já está pronto para receber o carpete.

Foi pintado e forrado com manta para diminuir o barulho interno e a temperatura.




Tudo do melhor!!!

18.1.10

Problemas no Paraíso

O Dodge foi todo pintado, mas está com um problema sério: a grade não ficou alinhada.

Agora vai ser na marra... digo: na massa!


As lanternas estão cansadas, mas ficaram no lugar e alinhadas.
É uma pena, mas de volta pra garagem!

13.1.10

SAUDADES - Roberto Miranda


Hoje perdemos um grande amigo e companheiro de Encontros de Carros Antigos: Roberto Miranda.
Ele, que era a alma de todas as festas, já está fazendo falta por aqui...
Um cara incrível, gente boa, grande entendedor de carros antigos, apaixonado pela vida!

À família, nossos mais sinceros sentimentos!

O Manga


Vários ângulos...

E o Filtro Solar????

Ontem foi dia da pintura da carroceria. Hoje eles pintaram a suspensão e colocaram as rodas.

Agora o Dodjão vai curtir o sol de verão antes do polimento...




Muita coragem aguentar 40º!!!!
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